sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Um pouco da alegria que se vai

Perdoem a ausência de temas relacionados à LUDocência, mas são coisas que a gente não consegue lidar se não botar para fora, é fato. Neste dia 12 de outubro, foi-se a Lilinha. Semana que vem, espero retornar minhas séries didáticas, por hoje, ficarei com a saudade dela.

Lilinha dormindo no domingo, 09 de outubro de 2011

Fala-se muito no cão ser o melhor amigo do homem. E olha que tem gente achando ter milhares de amigos, pensa ser querido por todos, pode contar sempre com a ajuda e o apoio dessa galera. Mas existem certas condições que afastam esses supostos "amigões": você depois de um dia de trabalho, cansado, desarrumado, sem dinheiro no bolso, sem paciência para contar uma piada ou ser piada, com fome ou mal humorado.

Mas o seu cão, não. Ele te vê, abana o rabo e vai sem sua direção, não importa como você surja na frente dele. A alegria é a mesma em qualquer hora, em qualquer condição e só é maior quando ele está com muita fome!! Falo em linhas gerais e sei que nem todo cão é assim, mas a Lilinha era.

Quando chegava em casa na terça de madrugada, o bate-volta semanal entre Campinas e São Paulo, ela sempre me recebia, mesmo no escuro. Era a primeira a me ver e a última a se despedir quando eu partia de vez rumo à capital na manhã seguinte. Me contagiava sempre, mesmo quando eu estava sem energias, oferecia sua barriga para eu coçar, eu prontamente oferecia algum carinho. Sair de casa deve deixar a gente mais besta, saudoso, e vê-la era sinal de estar de volta para minha família. Agora, não mais.

Nossa preocupação com ela não foi suficiente, afinal escapadas para a rua ou escavações no jardim não foram o que a levou. A idade veio, a gente percebia que ela já não enxergava bem, escutava menos e se locomovia com alguma dificuldade, mas ela estava bem, vivia tranquila lá em casa, dormindo bastante e sempre dando as caras. Dois dias depois de passar uma tarde toda passando por nossas pernas lá em casa, piorou e não voltou mais. Não voltou para dormir na sua caixa, nem para me deixar preocupado em fechar o portão rapidamente, antes que ela desse um daqueles piques pra fugir rua abaixo.

Queria que todos tivessem um cão para amar e serem amados. Que meus alunos tivessem a oportunidade de experimentar esse afeto sincero para então compreender como é fácil querer bem para ser bem quisto, oferecendo o melhor sem esperar o mesmo, apenas sendo feliz em mostrar que está feliz. A Lilinha cansou de provar o quanto nos amava, buscou nosso olhar quando chegava o fim e nos sentimos impotentes, mesmo a amando muito.

Não sei se fui claro, mas vou deixar o texto que meu irmão também escreveu a respeito, ele é quem tinha a Lilinha mais do que eu. Para mim, valeu o esforço de dar a ela o último auxílio e o derradeiro refúgio, cada centavo gasto, cada gota de suor e cada calo nas mãos em agradecimento por ter estado em nossas vidas por tanto tempo. Espero que ela aproveite para descansar muito, ela merece. Abraços a todos.

Lilinha

Uma das últimas fotos que tirei da Lilinha em 2011.
Nesse feriado, uma dor muito grande tomou meu coração. A pequena cachorrinha que eu cresci cuidando e amando partiu desse mundo. E o post de hoje eu escrevo com muitas lágrimas nos olhos.

O engraçado é que tudo começou em um outro Dia das Crianças em 1998. Eu tinha 8 anos e estava na segunda série do ensino fundamental. Uma criança em todos os sentidos possíveis. Mas não sabia ainda que quem eu conheceria naquele feriado marcaria a minha vida de uma forma tão bonita.

A minha avó se mudou para Caconde/SP em 1997 e desde então todos os feriados a gente pega o carro e vai pra lá fazer uma visita. O sítio na época ainda era novidade para mim e eu me divertia muito lá. Nesse feriado, a gente saiu sábado cedinho e chegamos em Caconde no horário do almoço. Passamos também o domingo lá, mas na segunda-feira de manhã, dia 12 de Outubro, fizemos mais uma curta viagem até Poços de Caldas/MG, onde ainda vivia minha tia-avó Valda. A minha tia tinha uma filha adotiva que é apaixonada por animais. Já possuía uma cachorra grande, vários gatos e muitos pássaros, porém ainda tinha espaço para uma boa ação. Uma cadelinha tinha tido filhotes e estava largada nas ruas da cidade, pois a minha "prima" acolheu-a e doou os filhotinhos. Infelizmente, ou muito felizmente para mim, ela não conseguiu doar a cadela, e ela não poderia ficar na casa, então voltaria para a rua.

Primeira foto com a Lilinha na sua casa feita
por mim e o meu pai.
Eu não sou e nem fui do tipo criança mimada. Meus pais me negaram muitas coisas e eu aprendi a aceitar uma coisa que ia contra a minha vontade desde muito cedo. Mas naquele dia, nada ia tirar aquela cadelinha de perto de mim. Foi paixão instantânea entre nós dois. A minha prima me apresentou ela como Lili, mas a gente foi chamando ela de Lilinha e o nome ficou. Sabendo da história de que ela iria para a rua, eu tive que tomar uma posição. E pedindo muito para os meus pais, acabei convencendo-os de trazê-la até Caconde e depois para Campinas. Eu consegui.

Ajeitamos ela no porta-malas dentro de uma caixa (caixas sempre foram a paixão da Lilinha) e partimos rumo a Caconde e mais tarde de volta para casa. O Rick, meu outro cão da época (que partiu em 2007), logo deu as boas-vindas para ela e os dois se tornaram grandes amigos desde então. A Lilinha se sentiu em casa e a alegria dela invadia tudo e a todos.

Quando a gente sente uma coisa no coração que a gente chama de amor, nem sempre sabemos que ele está lá. Nem sempre a gente dá valor. E a Lilinha conviveu comigo durante todos esses 13 anos e eu não sabia quão grande esse amor era. A gente passeava pelo bairro e ela me acompanhava ao andar de bicicleta, na casa de amigos meus, nas idas a padaria, farmácia... Uma companheira sempre alerta para ouvir o barulho da sua corrente de passeio, se aproximar rebolando aquele rabo de um jeito engraçado, com a boca curva em um sorriso e os olhos em atenção total a mim.

Lilinha em 2003.
Em alguns anos, a minha vida ficou corrida, eu fiquei sem tempo para passear com ela e os nossos encontros se tornavam raros momentos de carinho. Eu me arrependo bastante de não ter dado a atenção que ela precisava nesses últimos dias, sinto que fui negligente... Mas ela sabia o quanto eu queria não estar cansado depois do trabalho e da faculdade para acariciar sua barriga enquanto assistia televisão com os meus pais.

A Lilinha, além de uma ótima parceira familiar, foi também muito querida entre meus amigos. Ela era uma amiga até dos meus amigos. Sempre alguém perguntava "onde está a Lilinha?", "como está a Lilinha?", "a Lilinha ainda está com vocês?", o tipo de demonstração de carinho que não é qualquer cão que é capaz de causar.

Eu não sei como terminar um post desse. Ela foi uma cachorrinha muito forte pra idade dela. Ainda corria como se fosse seu primeiro dia lá em casa. Ainda latia como se fosse a primeira vez que um gato pulou no nosso quintal. Eu tinha certeza absoluta que ainda a teria por pelo menos uns dois ou três anos. Mas nesta última terça, dia 11, ela passou a tarde muito quieta e paralisada. Eu fui visitá-la após a faculdade e fiquei muito preocupado com seu estado triste na cama dela, mas preferi esperar o dia seguinte, e o efeito da vitamina que a minha mãe sempre dava a ela quando ela estava doente, para ver se aquilo passava. Mas acordei na quarta com a notícia do meu irmão de que ela estava fazendo barulhos de dor e sua respiração havia piorado. Pesquisamos um veterinário e partimos na mesma hora com ela em sua cama ainda, dentro do carro. Fui acariciando sua cabeça durante o percurso, tentando aliviar a sua dor.

Fazendo-se de molenga pra foto em 2011.
Quando ela foi atendida, seu quadro já estava muito pior. Mas apesar disso, sua mente ainda tentava recuperar-se da invalidez, e ela por várias vezes se levantou nas patas dianteiras e me olhou como quem pede ajuda. Essa imagem não saíra nunca da minha memória. É por ela que eu mais choro. O veterinário me disse então que o quadro dela era muito grave e que ela tinha problemas no coração e nos pulmões, além da barriga. Me deu a opção de tentar curá-la através de soro e diuréticos, ou levá-la para casa e esperar o fim. Eu acreditei mais uma vez nela e deixei a internada. Já na sala com o soro, ela gemia ainda mais e eu não podia fazer nada. Eu só podia olhar. Não aguentei, me despedi com um breve carinho em suas costas e parti com o meu irmão.

Pouco mais de uma hora depois, recebo a triste notícia de sua morte. A dor ainda ecoa dentro de mim como se aquilo tivesse acontecido agora. Eu tento não sofrer, mas aprendi que eu só supero as minhas dores quando coloco tudo pra fora. E esse post é a minha forma de agradecer a Lilinha por tudo que ela nos ofereceu. Espero que ela tenha sido feliz até o final e que o tratamento que a demos tenha sido suficiente para pelo menos valer um pouco sua paixão incondicional pelos donos mesmo quando maltratada.

Lilinha, eu te amo como uma filha, uma irmã e uma mãe. Você é e sempre será do meu sangue, da minha família e da minha eterna memória. Obrigado por existir.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Parem as máquinas!

Estou me permitindo uma pausa intelectual nesta semana para reorganizar as atividades do último bimestre, que se iniciou agora. Além disso, tenho uma reunião com amigos de longa data neste sábado, seguida de um bate-bola no domingo. Não dá para reservar o final de semana para esses assuntos, vou usar minha sexta-feira!

Na semana que vem, volto à rotina de postagens temáticas: Práticas de Atividade Física Contemporâneas (Ginásticas de Academia), não percam! Abraços a todos!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Colhendo alegrias

Ontem era meu aniversário. Operacionalmente, muda muito pouco, afinal o trabalho continua, não tem boi...

Mas foi muito legal receber as parabenizações dos colegas de profissão, companheiros de diversão e cúmplices nas dificuldades, bem como ser valorizado pelos alunos com festinha, muitos "parabéns a você" e algumas lembranças. Tudo isso combinado aos telefonemas de quem representa demais (meu primeiro aniversário longe da família) e as mensagens de amigos nas redes sociais tornou esta quinta-feira mais que especial. Não pouparei meios de comunicação para agradecer a todos pelo carinho dispensado e só me cabe ficar feliz pelas homenagens.

O trabalho com pessoas tem lá suas dificuldades, eu já contei muitas delas por aqui desde 2008, mas essas recompensas são o que realmente valem a pena. Inúmeras profissões podem pagar melhor que a Educação Física, mesmo na minha área tem outras ocupações melhor remuneradas, e ainda fico com estes momentos porque dinheiro, ostentação e fama não são tudo.

Obrigado a todos, meus amigos, alunos e colegas, vocês tornam cada dia mais fácil. Abraços para vocês e até a próxima!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Estudo dos Esportes Coletivos IV



Em busca de uma definição para Tática:

Tática (grego taktiké ou téchne = arte de manobrar [tropas]) é qualquer elemento componente de uma estratégia, com a finalidade de se atingir a meta desejada num empreendimento qualquer.
Tática também pode ser entendida, no sentido bélico, como parte da arte da guerra que trata da disposição e da manobra das forças durante o combate ou na iminência dele.

Enquanto estratégia busca visão "macro", de conjunto ou, por assim dizer,sistêmica, relativamente ao empreendimento, tática ocupa-se de visão "micro", no sentido de elementar ou particular em relação ao todo.

Fiquemos com a parte estratégica e façamos a ligação com o esporte coletivo. Usualmente, a tática dá conta de como serão dispostos os jogadores em campo e quais serão as ações que estes executarão para dificultar o jogo adversário. Não é algo tão complicado de falar aos alunos pela abrangência das informações que chegam sobre futebol, os videogames atuais (com opções de modificação infinitas) e a simplicidade do conteúdo.

Para começar, parta do conhecimento dos alunos. Eles serão capazes de listar uma boa quantidade de formações táticas de futebol (4-4-2, 4-3-3, 3-5-2...). Isso vai ajudar a ilustrar o conceito das linhas que os jogadores formam em cada setor do campo e permitir a transferência para outros esportes coletivos.

Uma formação (1-)4-4-2, com 1 goleiro, 4 jogadores de defesa, 4 jogadores de meio-campo e 2 jogadores de ataque

Pessoalmente, tento incutir nesse estudo a crítica quanto a não listagem do goleiro em esquemas táticos, perguntando "Será que o goleiro não faz diferença? Se ele não estiver lá, o que muda? Não há hoje em dia goleiros que sabem jogar fora da área e com os pés?"

Assim, aparece um número 1: 1-4-4-2, 1-4-4-3, 1-3-5-2 etc. Da mesma forma no handebol e futsal: 1-3-3 ou 1-2-1-2.

Posto isso, o lance é criar vários exemplos de formações, use desenhos no quadro, permita aos alunos dispor os jogadores como preferir e considerando, de vez em quando, uma equipe adversária.

Tive a ideia de criar um jogo que fixasse este conhecimento, mas só o desenvolvi parcialmente.

Taticampeão

Nº de Jogadores: inicialmente, 2. Se forem confeccionados mais tabuleiros, mais pessoas conseguem jogar, assim como pode ser combinado um revezamento com equipes jogando uma contra a outra.
Objetivo: Posicionar corretamente os jogadores no tabuleiro conforme a modalidade e ficha de formação tática sorteada, com a variação de competir quem consegue em menor tempo.
Peças: 11 figuras recortadas e plastificadas de jogadores, 25 fichas com formações táticas (5 para cada modalidade: futsal, futebol, vôlei, handebol e basquete), roleta de cartolina dividida em cinco setores (Futebol, Futsal, Handebol, Basquete, Vôlei), tabuleiros em cartolina plastificados contendo quadras/campos dos esportes coletivos do jogo, marcadores de pontos.

As figuras de jogadores devem ser, de preferência, todas iguais. Eu pedi que os alunos colorissem de maneira uniformizada um número determinado de figuras (achei que a quantidade ideal por cor deve ser de 11, dando conta de todas as modalidades), depois colamos em cartolinas e eu apliquei plástico sobre as superfícies. Recortados em formato retangular, agrupei as cores e guardei. Cada jogador que for participar deve escolher uma equipe.
Esse é o jogador multiuso que escolhi, simpático, não?

As fichas de formações táticas podem ser feitas até à mão, mas dá outra cara a ficha plastificada e digitada. Pode ser incluída também uma pequena ilustração com a resposta correta, no caso de jogadas alternadas entre cada cor.

As roletas são simples de construir, basta um círculo dividido e identificado em cinco partes (Futebol, Futsal, Vôlei, Handebol, Basquete), também feito em cartolina ou quem sabe EVA. Faça uma seta e prenda com um alfinete ou tachinha no centro do círculo para permitir o giro com um piparote (hahahaha, que palavra engraçada... não sabe o que é piparote? Joga no Google!).

Os tabuleiros devem ser o que dá mais trabalho. Na minha ideia, meia cartolina poderia ser dividida em duas quadras/campos para que os jogadores possam competir simultaneamente e economizar cartolina, afinal eu trabalho em escola pública... Aliás, dá até para fazer frente e verso, se estiver realmente querendo poupar material e não se importar com a estética. Assim, o jogo se constitui com 5 metades de cartolina divididas em duas.

Parece legal! Só cheguei a jogar com as peças de jogadores, sem tabuleiro ou roleta, eu mesmo ia cantando as formações que eles deviam organizar na mesa. Ficaram animados ao jogar, coisa natural. Acredito que o caráter construtivo de elaborar e jogar traz bastante motivação!

Para fechar! Obviamente, este assunto renderia bem mais, mas deixo aberto a quem possa interessar. Afinal, variar as temáticas também ajuda...

Obrigado pelas visitas, deixem registrada sua presença dizendo se gostaram, se odiaram, se acham que eu só falo abobrinha, se as coisas que escrevo ajudam... Comentários são bem-vindos!

Abraços a todos e até a próxima!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Estudo dos Esportes Coletivos III


Pra variar, não consegui postar, semanas corridas... Mas vamos complementar os conceitos das postagens anteriores com atividades práticas pensadas para os queridos alunos, ávidos pelo jogar coletivamente!

Gosto de trazer os exemplos daqueles elementos que constituem os esportes coletivos para que os alunos consigam identificar as características individualmente. Depois, os princípios operacionais observados de maneira situacional e algumas dinâmicas para demonstrar como eles podem coexistir no esporte coletivo e como conhecê-los torna o jogar mais amplo e possível:

Passa 10:
ELEMENTOS - Espaço de jogo, Companheiros de equipe, Adversários, Bola (implemento).
Duas ou mais equipes tem como objetivo trocar 10 passes entre os jogadores do mesmo time antes que o adversário o faça. Variações: número de pessoas por equipe desequilibrado, número de bolas em jogo, equipes em movimento, equipes se movimentando no mesmo espaço etc.

Derruba-Cone:

ELEMENTOS - Bola, Espaço de jogo, Companheiros de equipe, Adversários, Alvos a defender e atacar
Duas ou mais equipes tem como objetivo movimentar a bola no campo de jogo de maneira a atingir os cones adversários e derrubá-los, vencendo quem conseguir derrubar todos os cones sem permitir que os seus sejam atingidos primeiro. Variações: formato do campo de jogo, uma equipe desempenha somente a defesa enquanto a outra ataca e vice-versa, número de pessoas desequilibrado, número de cones, posição dos cones no campo de jogo (dentro, fora, na lateral, no fundo, no centro, dentro de círculos), trocar os cones por jogadores que devem receber a bola e passar a participar do jogo etc.

Os dois exemplos acima servem para infinitas possibilidades neste e em outros temas. E também apresentam a capacidade de tornarem-se esportes coletivos com alguns ajustes no formato, demonstrando praticamente seu uso (adotando as Regras Específicas, a invariante que faltava). Ainda, valem para observar todos os princípios operacionais, veja:

PASSA 10 - Manter a posse da bola e Recuperar a posse da bola
Caso queira modificar a atividade para tornar-se um esporte coletivo, basta deixar os 10 passes na condicional para poder tentar marcar o gol/ ponto = Progredir em direção ao alvo adversário e Finalizar contra o alvo adversário (e seus correspondentes).

DERRUBA-CONE - Manter a posse da bola, Progredir em direção ao alvo adversário, Finalizar contra o alvo adversário
Já é completo por si só. Basta tornar os alvos característicos do esporte em questão, pronto! Movimentar e tentar o gol, trocar passes para tentar se aproximar da cesta...


Ufa, já pensou essa maratona de jogos? Dá pra ficar um semestre todo falando das possíveis variações, do que dá para observar, dos elementos e princípios, das apropriações feitas no processo de mudança... Bah, exagerei, curto demais este tema!

Volto com mais um post na série para oferecer possibilidades de um estudo da tática. Abraços a todos!
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