sexta-feira, 15 de julho de 2011
O mês de julho
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Enquete
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
Pedagogia do basquete - encestando novas possibilidades VI
Nome:
2 – Durante o jogo, alguns movimentos se repetem e são característicos do jogo. Quais são os movimentos observados em um jogo de basquete?
3 – Para cada frase, marque Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) No basquete, é permitido segurar a bola nas mãos e andar sem limite de passos
( ) O movimento de bater a bola no chão com uma das mãos é chamado de drible
( ) A equipe de basquete é composta de sete jogadores na quadra, além dos reservas
( ) Durante o jogo, a maioria das cestas vale dois ou três pontos
4 – As faltas são marcadas sempre que um jogador é tocado pelo adversário. Em que local as faltas comuns devem ser cobradas?
a) Somente no fundo da quadra b) No lugar onde aconteceu c) Somente na lateral da quadra d) Na lateral ou no fundo da quadra, o mais próximo do lugar da falta
5 – Escreva sobre o seu estudo e aprendizado neste bimestre, quando falamos de basquete. Conte o que você já conhecia sobre esse esporte, o que você descobriu de novo ou interessante, quais ideias você mudou a respeito do basquete e outros comentários de sua preferência.
Algo nesse sentido é bem amplo para conseguir avaliar aqueles que se envolveram mais com o esporte e também aqueles que talvez não tenham o basquete dentre suas preferências, mas estavam em aula e precisam demonstrar conhecimento relativo ao que foi estudado. Logicamente, esse modelo de avaliação foi o escolhido para agora, mas está em aprimoramento eterno!
Sugestões de referências
Deixo aqui a indicação de um ótimo livro para quem quer ensinar basquete, tanto para a iniciação esportiva como o treinamento. Escrito por dois dos ótimos professores com quem aprendi durante os anos de faculdade, além de outro autor também formado na UNICAMP e pesquisador da modalidade, o livro PEDAGOGIA DO ESPORTE - INICIAÇÃO E TREINAMENTO EM BASQUETEBOL (Ferreira, Paes e Montagner - 2009 - Ed. Guanabara Koogan) é completo em discutir questões inerentes ao ensino e aprendizagem em esportes, apresentando conceitos básicos do esporte e também trazendo informações mais elaboradas com relação a posicionamentos, sistemas de ataque e defesa, assim como sugestões de atividades para diversos objetivos. Vale a pena tê-lo na estante para consultas eventuais, não só para o basquete.
Sugiro também alguns filmes! Primeiramente, Coach Carter (2005), com Samuel L.. Jackson, a história real de um técnico que volta ao colégio em que estudou para treinar o time de basquete, impondo algumas exigências que extrapolam o trabalho na quadra, causando revolta quando impede os jogadores de treinar e jogar pelo seu mau desempenho nas aulas do colégio. Mostra muito de basquete e também traz algumas lições interessantes. Na linha mais "Sessão da Tarde", sugiro A Hora da Virada (também de 2005), com um técnico que sai da famosa liga de faculdades estadunidenses para trabalhar em uma escola, encontrando um grupo acostumado a perder sempre no basquete. Mostra muito do que compõe o jogo e também traz a mensagem de buscar aquilo que é vantagem em cada um para formar um grupo vencedor... Mas aposte na comicidade para chamar a atenção dos alunos!
Caso queira mais opções, este site em inglês tem catalogados um número grande de filmes com a temática basquete, leia e encontre o que procura: http://www.sandlotshrink.com/moviebkb.htm
Na próxima semana, quero iniciar uma nova série de postagens, para isso, trarei uma novidade! Até a próxima, abraços a todos e bom feriado!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Pedagogia do basquete - encestando novas possibilidades V
Aula 4 - Jogando o nosso basquete
Para ter um jogo acontecendo como meio de aprendizagem contínua e não como fim, é preciso construir junto aos alunos procedimentos que orientem o desenrolar da atividade. Este ano, fiz isso por meio de um jogo de perguntas e respostas baseado nos exemplos abaixo:
UM JOGADOR RECEBE A BOLA E ANDA PELA QUADRA TODA COM A BOLA PRESA NAS MÃOS, VOCÊ CONCORDA? O QUE SERIA CORRETO?
UM JOGADOR RECEBE A BOLA, DRIBLA PARA DESLOCAR-SE NA QUADRA, MAS SEGURA A BOLA TODAS AS VEZES QUE UM ADVERSÁRIO SE APROXIMA, VOCÊ CONCORDA? O QUE SERIA CORRETO?
UM JOGADOR TOCA NO BRAÇO DO ADVERSÁRIO ENQUANTO O OUTRO ESTÁ EM POSSE DA BOLA, VOCÊ ACHA QUE ESTÁ CERTO? O QUE SERIA CORRETO?
APÓS UM ARREMESSO, A BOLA NÃO CAI NA CESTA E UM JOGADOR EMPURRA O OUTRO PARA CONSEGUIR O REBOTE, VOCÊ ACHA CORRETO? O QUE DEVE ACONTECER?
Basta eleger situações comuns do jogo, que já pode ter acontecido e servir de referência durante este momento. Aqui, eles refletem sobre o que é proposto e apresentam soluções que entendem ser adequadas. Na sequência, é possível fazer um acerto coletivo com relação ao basquete que será jogado pela turma, estabelecendo regras básicas que todos conheçam. Também vale sonda alunos que queiram fazer a arbitragem dos jogos, alguns gostam bastante! Só não deixe de acompanhar e supervisionar, pois ainda é comum que se deixem levar pelo envolvimento pessoal na aplicação das regras ou se confundam com as observações.
- Ao receber a bola, o jogador inicia o drible batendo a bola no chão e volta a segurá-la nas mãos. Caso inicie um novo drible, perderá a posse da bola. Este lance é chamado de DUAS SAÍDAS.
- Ao segurar a bola nas mãos, o jogador tem o direito de andar dois passos. Caso movimento somente um dos pés, girando sobre o outro no lugar, o giro é livre.
- O jogador em posse da bola que seja tocado, empurrado, deslocado, puxado sofre falta, que deve ser cobrada do lado de fora da quadra, no ponto mais próximo de onde ocorreu.
- As cestas podem valer 1 ponto (nos lances livres, cobrados nas faltas que ocorrem quando um jogador está efetuando arremesso em direção à cesta), 2 pontos (durante o jogo dentro da região demarcada pela linha de 3 pontos no ataque) e 3 pontos (toda a região além da linha de 3 pontos no ataque).

Durante as aulas, procuro alternar exercícios e atividades relacionadas ao fazer durante o jogo com momentos de divisão em equipes para jogar (essa divisão feita pelo professor para favorecer jogos mais equilibrados). Confesso que não cheguei a um consenso comigo mesmo na questão da participação conjunta de meninas e meninos. Aplico atividades paralelas (o mesmo para todos), mesclo em alguns momentos, deixo jogarem junto e também faço jogos separados por gênero. Ainda percebo as meninas mais à vontade quando jogam somente entre elas mesmas, mas acredito que o processo deve incluir momentos em que os garotos aceitem a participação delas sem qualquer exigência de rendimento (falo dos meninos porque eles são os mais difíceis, embora algumas meninas...). Eis a parte mais complicada.
Vou dedicar o último texto da série para deixar algumas dicas e referências sobre a pedagogia do basquete. Abraços a todos e até a próxima!

