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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ausência justificada

Olá a todos!

Sei que fiquei ausente por mais de um mês do blog, nada de novidades, mas tudo tem motivo.

Recorri a este mês para conseguir finalizar o texto de meu trabalho de conclusão de curso (TCC) para o título de Especialista em Educação Física Escolar, cujo tema foi o handebol, exigindo uma boa dedicação. Além disso, também realizei outros dois cursos à distância: Aula Interativa e Informação e Opinião na Contemporaneidade.

Muito legal a experiência de continuar me aprimorando através da internet, mas o compromisso foi grande e achei que não fosse dar conta! Felizmente, tudo terminou bem e hoje enviei a última versão do texto!

Logo postarei a tradicional série de retrospectiva anual de minha atuação profissional. Em 2013, esperemos por novidades.

Abraços a todos e até a próxima!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Aprimorando habilidades e competências

Boas! A ausência de postagens (espero que sentida) nestas últimas semanas tem vários motivos: a readaptação ao ritmo de trabalho, uma certa crise de criatividade e, principalmente, aos cursos que venho realizando.

Existem alternativas para o professor continuar estudando, exercer a prática docente requer uma contínua reciclagem daquilo que ensinamos. A combinação dessas duas situações orienta minha atuação ao longo dos anos (não são tantos, mas vividos plenamente!) e hoje recai sobre essa intenção a jornada de dupla de trabalho.


Primeiro, me inscrevi para cursar a especialização à distância oferecida pela UNICAMP, em convênio com a Secretaria de Educação. Chegando à reta final, com a definição do tema do TCC e cursando ainda outras duas disciplinas, o tempo vem se tornando escasso e precisei reformular o currículo na escola para atender ao tema escolhido.


Lá pelos idos de maio, surgiu um novo curso sobre Aula Interativa, recurso disponível nas escolas de minha Diretoria de Ensino (lousa digital e netbooks). Também à distância, mas ainda assim com demanda de participação nos fóruns, questões e atividades de elaboração.


Ainda cogitei cursar alguma disciplina na EEFE-USP, mas abandonei o projeto porque não teria tempo disponível. Quem sabe voltar à universidade no ano que vem, por enquanto preciso terminar com esses cursos para ter mais ferramentas a oferecer aos alunos e evoluir profissionalmente. Infelizmente, ao professor é oferecido pouco tempo em sua jornada de trabalho na participação em cursos, raramente realizados em horário de trabalho, pouco divulgados e desvalorizados quando o docente percebe sua remuneração.


Acredito que teríamos melhores escolas e melhores alunos se os melhores cursos fossem realizados da melhor forma. Somando-se uma melhor gestão a uma maior valorização profissional, os bons professores deixariam de fugir do trabalho na escola pública. Por enquanto, vou fazendo o que posso!

Abraços a todos e até a próxima!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

XI Seminário de Educação Física Escolar


Neste final de semana, entre 25 e 27 de novembro de 2011, acontecerá na Escola de Educação Física e Esporte da USP o XI Seminário de Educação Física Escolar. Já me organizei para participar das palestras, espero que traga novas reflexões para minha atuação!

Sempre gosto de eventos como esses, ver o que as pessoas andam pesquisando, porque acontecerá também uma exposição de pôsteres, ouvir estudiosos tratando da escola, da Educação Física... Essa correria anda me deixando meio distante do pensamento organizado, então uma reaproximação da academia não faz mal a ninguém.

Ainda volto com a postagem dessa semana, dando continuidade ao Vôlei! Na semana que vem, o encerramento da série Sacando o Voleibol e também os relatos do evento. Abraços a todos!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Em aula


Vou dar uma pausa nos textos mais práticos. Logo escrevo mais sobre os conteúdos da Educação Física na escola, tem algumas experiências interessantes acontecendo...

Hoje quero escrever sobre o estar em aula. Quando fui aluno, as aulas não tinham um formato muito convidativo: eu e meus colegas sentados em fila, o professora falando na frente, enchendo a lousa com textos, questões e outras tarefas. Mais para o fim do ensino fundamental, tive a oportunidade de estudar em salas ambiente, carteiras organizadas em círculo, em grupo, foi muito animador! Boas memórias...

Quando lembro desses dias de aluno, sinto ainda mais vontade de transformar o meio da sala de aula de maneira a fazer os alunos tomarem parte. Facilmente tornam-se passivos, alheios ao que se fala e faz: as mesas e cadeiras não são confortáveis, ninguém consegue permanecer focado por tantos minutos (ainda mais quando se é jovem e a virtude da paciência é algo raro) e a sala é apertada, suja e sem graça.

Mesmo com o desejo de mudança, o sistema oprime: tenho 50 minutos e perder 20 deles arrumando mesas e cadeiras é improdutivo. Me resta levar uma dinâmica em que eles participem o tempo todo, propondo perguntas, exigindo opiniões, fomentando reflexões, os chamando pelo nome, apontando boas soluções e levando as verborragias no bom humor de sempre.

Poderia ser melhor ainda, com uma sala de aula especialmente preparada, mesas em círculo, muito material para ser visto, revisto e manuseado, uma quadra legal, salas de dança... O ideal não alcança o real por muito. Mas o professor comprometido em tornar aqueles minutos mais agradáveis, pode apostar, sempre estará presente (eu falo de mim mesmo!).

Talvez seja a paixão pelos conteúdos de que trato (basquete e esporte coletivo), às vezes mais, às vezes menos perceptível, mas tenho sentido os alunos mais próximos nestas últimas semanas. Que seja assim sempre, ainda estou em busca daquela maturidade profissional após os 3 anos de magistério, vai ver está chegando!!

Abraços a todos!!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Do verbo "professorar"

Para alguns dos meus leitores, talvez o sentimento de ser professor e estar à frente de uma turma seja algo ainda não experimentado. Para vocês, digo: não há coisa melhor para viver bem.

Falo disso sem me colocar à margem de um sentimento meio egocêntrico, de orientar um grupo, de ser observado por eles, ser imitado, de fazê-los rir. Eu me sinto bem fazendo o que faço, assim como acho que faço bem o que faço por que acredito fazê-los se sentirem bem (complexo... revejo depois o raciocínio).

Uma semana está se passando e os primeiros contatos com os alunos bastam para reavivar aquele gostoso impulso de montar aulas, de pesquisar sobre coisas que ainda sei muito pouco - quase todas! -, de chegar na escola e cumprimentar todos, mesmo sem ainda saber muito sobre eles, inclusive os nomes. Essa parte eu resolvo rápido, se tem alguma coisa que eu consigo resolver cedo é guardar os nomes de todos os alunos. Espero até o final do bimestre saber até o daqueles mais quietinhos...

É ainda mais gratificante recepcionar os alunos da quinta série, vindos de outras escolas. Melhor para eles, que com certeza encontrarão uma escola bem bacana, e para mim, que posso já quebrar um pouco da rotina repetitiva identificada na grande maioria dos diagnósticos já realizados: vôlei, queimada, futebol.... vôlei, queimada, futebol...

Um post por semana! Vou me beliscar para não esquecer. Abraços a todos!
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